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A obra 

Subvertendo a brutalidade do metal por meio de complexos cálculos estruturais, instalação de quase sete toneladas de Anderson Schneider transforma o fardo da sociedade moderna em leveza estética.

 

Obra em visitação nos Jardins do SESI Lab, acesso livre. 

VISITAÇÃO

ACESSIBILIDADE 

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Jardins do SESI Lab

Em visitação, ACESSO LIVRE.

O peso que sentimos raramente é físico.

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A queda de Atlas
 

Atlas, imortal filho de Iapetus e Clymene, irmão de Prometheus, fora banido para o extremo oeste do mundo, condenado por Zeus, após derrota na sangrenta Titanomaquia, a suportar sobre seus ombros os céus por toda a eternidade. Ao segurar o universo, Atlas cumpria seu castigo perante o olhar das Híades e Plêiades, filhas tornadas estrelas que, de longe, testemunhavam o seu suplício.

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Com o impassível rigor da eternidade, o fardo arrasou-o por completo. Caía, extenuado, o mais forte dos titãs. Apesar de seu colapso, o firmamento continuou acima de sua cabeça, como por certo sempre estivera. O que carregava Atlas, então?

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Atlas sustentava tão somente a carga emocional de uma responsabilidade que fora levado a crer que possuía, castigo de Zeus não para seu corpo, mas para sua mente. O titã fora derrubado justamente por não perceber a verdadeira condenação que lhe fora imposta.

Regua de Marcas A queda de Atlas.png
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Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

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